sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Um dia, um Adeus!

O que hoje, para muitos, representou um ADEUS, entre lágrimas e lamentações, para outros foi oficialmente O FINAL.

O final não precisa de representações. Lamentações são cenas típicas do ato final, o tal ADEUS.

Para quem vai, que vá para longe, distante. Para quem disse ADEUS, damos o ADEUS prazeroso. ADEUS hipocrisia, ADEUS burrice, ADEUS miséria, ADEUS pobreza, ADEUS ignorância, ADEUS pessoas pequenas. ADEUS, para sempre.

Para quem não disse ADEUS, que digamos apenas “até amanhã, até mais”. Pois claro que virá mais, muito mais.

Eu digo o meu ADEUS. Para as lágrimas falsas, para as lamentações infundadas, para as demonstrações hipócritas de fraqueza, para o leva-e-traz, aqui e acolá. Eu digo meu ADEUS para todos que continuarão suas vidas medíocres, agora com trezentos Reais a mais no bolso, que servirão para pagar os carnês da Casas Bahia. Façam bom proveito.

Deixo o meu ATÉ AMANHÃ para aqueles que souberam ocupar com louvor e glória um lugar no meu coração. Amanhã nos veremos.

Obrigada por tudo. Para a turma do ADEUS e para a turma do ATÉ AMANHÃ. Encerro meu ato dizendo que, cedo ou tarde, a verdade é uma só e ela sempre aparece. No último ato, as máscaras caem para mostrar o verdadeiro EU de cada um.

Saio hoje e passo pela catraca, deixando tantos ADEUS para traz, e entro para a história. Pois sou INESQUECÍVEL!!!!!!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O dia em que virei curandeira

Tinha uma empregada, até meio-dia de hoje. Mas ela não morreu. Vou contar o que aconteceu: ela trabalhava como diarista na minha casa, até que um mês atrás, propus à indivídua que trabalhasse diariamente. Expliquei que entraria em provas na faculdade, que meus alunos também estariam em provas, portanto, teria muito trabalho para fazer. Que minha filha também estaria em provas, tendo eu que dar-lhe atenção especial. Fora a obra do apê e os problemas do dia-a-dia. Propus a ela o pagamento de SEISCENTOS REAIS por mês, registro, cesta básica e condução, para trabalhar de SEGUNDA ATÉ SEXTA-FEIRA, das OITO ATÉ CINCO DA TARDE.

Combinado tudo, ela me pede para não registrá-la agora. Já fiquei ressabiada. Mas concordei, no período de experiência. Depois, me pediu para não vir às terças-feiras, trocando pelo sábado. Não gostamos de ninguém trabalhando em casa aos sábados. É nosso lado judeu. Sábado é sagrado. Depois, disse que não poderia chegar às 8, pois os ônibus eram cheios. ???????? . Depois, pediu para sair ao meio-dia às sextas-feiras. Antes de completar um mês e já ter me pedido tantas excessões aos combinados, faltou. O marido tinha médico e ela tinha de ir junto. Ontem, faltou. Dia que eu trabalho e ela cuida das crianças a tarde. Faltou porque está com alergia na pele (assim como eu também estou, brotoejas de calor) e tomou LORATADINA, o que lhe causou muito sono. Só soube o motivo da falta quando pedi para minha mãe, que é vizinha da distinta, averiguar. E a tarde, minha irmã encontrou com ela voltando do cabelereiro com a filha de oito anos. Tinha ido fazer escova e alisamento no cabelo da menina. Hoje, ela faltou de novo. Ainda estava com sono. Aí, cheguei em casa e a demiti por telefone. E todos vivemos felizes para sempre, já que minha mãe disse que, após meu telefonema, ela levantou-se da cama e o sono passou.

Sou milagrosa. Sou o antídoto para a Loratadina!

E todos vivemos felizes para sempre. FIM.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Panda x Preguiça ou Úrsula x Sid?


A vida tem me dado momentos de revelações. E nas minhas epifanias, achei a peça que faltava no meu quebra-cabeças: EU TENHO PREGUIÇA. Portanto, sou o Sid. Não, calma, não tenho preguiça de tudo e a toda hora. Minha revelação foi a seguinte: tenho preguiça de escrever na hora das provas. De escrever muito, de contar toda a história. Mas mesmo com toda a minha preguiça, hoje me superei e escrevi frente e verso da folha de respostas das questões dissertativas. Vamos ver se valeu meio ponto a mais...


De resto, faço como o Sid e mergulho... de cabeça!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ganhei um prêmio de R$ 400.000,00 em dinheiro, ESTOU RIIICCAAA!!!!


É impressionante como as pessoas são curiosas. E a idéia acima não foi minha, mas sim, de outra blogueira, a Than. Achei o máximo o modo com o qual ela aguçou os internautas a visitar seu blog. E como estava já há muitos dias sem blogar, por pura falta de tempo, já que assunto não faltou, resolvi parafraseá-la.

Estou na correria; além do aniversário dos meus filhos (que foi MARAVILHOSO e falarei dele com mais calma), estou nos últimos dias de aula, quer dizer, de provas. A luta com a Cyrella continua, assim como minha esperança (ela é a última que morre). Nos três próximos finais de semana, seis aniversários infantis nos aguardam, mais as festas de encerramento da escola, apresentações de esportes, danças, músicas. Nosso apartamento já está vendido há cinco meses e agora moramos de aluguel, dentro da nossa própria casa. É a vida.

A escola dos meus filhos fará dois passeios nos dois próximos dias. Como não são passeios de cunho cultural, objetivo da escola, não deixamos com que as crianças participem: os preços cobrados são extraordinariamente altos, os horários são insanos e preferimos poupá-los do desgaste. Assim, minha irmã hoje pegou os dois para fazer os dias da tia feliz. Claro que a mãe fica muito mais feliz.

Ontem, uma amiga escreveu no Orkut que “ser mãe é divino”; complemento aqui os ditos dela: “ser mãe é divino, mas deixar de ser mãe por alguns dias, quando se já é mãe, podendo retomar a maternidade a qualquer momento, é o êxtase total”.

Pela falta de tempo, deixo as citações das duas amigas, pois copiar é muito mais rápido que pensar. E em breve, estarei de volta, registrando todos os fatos perdidos nos dias que se passaram!!!

domingo, 8 de novembro de 2009

O mundo já era faz tempo


ESTE TEXTO FOI ESCRITO PARA O BLOG:
www.2012lavoueu.blogspot.com


Estava em mente com uma idéia muito diferente da qual esporei hoje, para fazer minha estréia neste blog. Posto, porém, acontecimentos ocorridos nos últimos dias, relacionados ao mundo no qual vivo, decidi fazer uma estréia mais política do que engraçada. Sei que o objetivo do 2012 é fazer rir, mas o que vou contar não deixa de ser uma piada.

Ontem à noite, recebi uma mensagem de um colega de turma. Antes de mais nada, preciso me apresentar: sou aluna da Uniban e somando os dois cursos que fiz lá, são sete anos de estudo na instituição. Daqui três semanas, vou colar grau.

Durante os últimos três anos, quando ingressei na Licenciatura em Letras, protestei contra a Universidade e contra atitudes de professores por diversas vezes. Dizem que o cliente tem razão sempre. Mas na Uniban, essa máxima não vale. Estou saindo da faculdade e levando comigo os ensinamentos passados por muitos professores excelentes. E também levando vários “inimigos” que, por medo de sofrer represálias, preferiram virar-se contra mim e ficar “a favor” das coisas erradas que aconteciam ao nosso redor. Nunca tive medo de represálias e sempre dei minha cara a tapa. Até ontem à noite.

A Uniban resolveu o caso de uma aluna que foi humilhada dentro de um dos seus campi, por usar roupa curta. Saiu do campus escoltada pela Polícia Militar. O caso teve imediatamente repercussões na mídia como um todo. Questionava-se a atitude da Uniban com relação aos alunos que humilharam a colega. A resposta veio ontem, com nota publicada em jornais do estado onde a universidade tem a maioria dos seus sessenta mil alunos: expulsão da vítima. Não é o fim do mundo?

O que estamos esperando? Que o mundo acabe em 21 de dezembro de 2012? O mundo já acabou faz tempo. Para mim, vivemos em uma espécie de “ilha”, como a do Lost. Estamos isolados da realidade, de valores éticos e morais que permeiam a vida de uma sociedade justa. Cada dia que passa, ouço ou vivo mais histórias e situações absurdas.

Meu marido acaba de me contar sobre um colega de trabalho. A família é do interior de Pernambuco. O avô é fazendeiro e o pai é proprietário de uma olaria. Ambos encontram-se em dificuldades financeiras por não terem mais mão-de-obra para trabalhar. Juntando todos os benefícios que o Governo oferece à população carente, às custas de horas e horas que nós aqui da cidade de São Paulo trabalhamos, as famílias chegam a receber R$ 600,00/mês, valor suficiente para que elas toquem suas vidas. Trabalhar? Para quê?

Nosso país está prestes a receber o presidente do Irã, que terá todas as honras de Estado as quais tem direito. O presidente de um país que está construindo uma bomba nuclear, que nega o holocausto e prega o fim do povo judeu. Como será que o “nosso” presidente se portará depois diante de tantos judeus que vivem no Brasil, um Estado laico, até onde eu saiba?

De um lado, temos São Paulo e Rio de Janeiro vivendo dias de terror, tamanho o calor que tem feito. E do outro lado, mas bem ao lado, o Estado de Minas Gerais sofrendo com as chuvas que têm alagado diversas cidades. Nem vamos falar da situação de Santa Catarina e as últimas inundações, tampouco sobre as secas no Nordeste. Essas já duram um século (só do que eu tenho conhecimento).

As pessoas estão se matando. Literalmente. Irritam-se no trânsito, descem de seus carros e matam quem está ao seu lado. Não dá mais para sair de casa por conta do trânsito, que é cada dia mais desafiador de paciência.

Professores reclamam dos alunos nas escolas. Falta educação, falta respeito, falta tudo. Pais reclamam das escolas que não educam seus filhos. E a sociedade reclama dos filhos dessas escolas e dessas famílias, que crescem sem limites e fazem o que bem entendem. Não viram apenas marginais. Viram tiranos, déspotas, pessoas que acham que tudo podem e tudo inclui passar por cima de qualquer um para alcançar seus objetivos.

O tema é extenso demais. Só este post já poderia ser dividido em duas ou três partes. E ficaria mais muito tempo escrevendo. Mas a verdade, meus caros, é que o mundo acabou faz tempo. Assim como na ilha de Lost, estamos vivendo a mercê de alguém que manipula nossas vidas e faz delas o que bem entende. Só não sabemos ainda quem é o alguém. Agora que o mundo já acabou, não me restam mais dúvidas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O caso do colchão


Seis anos atrás, quando nossa mudança chegou ao Chile, fomos comprar tudo que não tínhamos levado do Brasil e cama era uma das coisas. Decidimos comprar uma cama Box, tamanho “Queen”. Como não conhecíamos as marcas e os fabricantes do país, deixamo-nos influenciar pelo fator preço. Quanto mais cara a cama, melhor seria sua qualidade.

Desde então, a cama nos acompanhou em todas as nossas mudanças e em muitas das nossas noites, salvo as quais passamos em hotéis, nos períodos de transição de um país para outro.

Eis que no começo do ano, uma mola da cama estava estourada. E do meu lado. Nada me incomodava, até que um buraco na cama começou a ficar cada vez maior. Como nos mudaríamos no meio do ano e trocaríamos a cama, decidimos nada fazer. Meu marido, solidário ao meu lado fundo do colchão, pediu para que eu invertesse o colchão, assim o buraco ficaria para baixo. Virei o colchão e o buraco virou junto, pois a mola havia estourado de ponta a ponta. Ele ficou todo satisfeito: “se uma cama boa como esta quebrou, é porque foi bem usada”.

Tive a idéia de colocar uma manta, pois o buraco estava incomodando. E nada do apartamento novo sair. Como trocaremos a cama por uma tamanho “king”, não podemos comprá-la agora, pois o tamanho novo não cabe no espaço que temos. E agora, com o verão cozinhando qualquer um, como fazer para dormir com a manta-cobre-buraco da minha cama?

Verão


Eu odeio verão. E já me disseram que não podemos odiar as coisas da natureza, mas eu odeio o verão. E se por conta disso, tiver que esticar meu período no umbral, paciência. Poderia bem que ser compensada pelo amor que sinto por um dia frio.

Há três semanas, entramos no horário de verão. Até então, nossos dias de primavera estavam bastante instáveis. Hora chovia, hora esquentava. Mas agora, São Paulo superaqueceu e não há nada que contenha a fúria do nosso amigo Sol.

A coisa está completamente “in”; insustentável, insuportável, intolerável, intragável, indigesta, impossível.

Ontem, uma professora passou mal e teve de ir embora da escola. As que ficaram também estavam passando mal. Os alunos também. Dar aula estava impossível, já que era um tal de gente pedindo para tomar água o tempo todo. E dizer que não? Só se eu fosse louca.

No verão, as pessoas ficam com a aparência feia. Além de usar pouca roupa (e aí entram as pessoas que não tem bom senso para saber o que vestir e a que horas se pode vestir cada tipo de roupa) e muitas vezes haver uma conotação vulgar no modo de vestir de muitas mulheres, ainda há o aspecto “melado” que todo mundo fica.

O caso da menina da Uniban do ABC


Semana passada, minha prima que mora em Santo André me perguntou, pelo Orkut, se tinha visto o que aconteceu na Uniban. Não, não tinha visto ou ouvido falar. Estava convalescendo, com a tal pneumonia, a cabeça doendo dia e noite e não tinha como ver televisão, ouvir rádio ou ler as notícias pelo computador. Menos de uma semana depois do ocorrido, soube que foi o assunto mais polêmico da semana passada. Até o Fantástico entrevistou a aluna.

O caso foi o seguinte. Uma estudante de Turismo foi ao campus da Universidade com um vestido curto. Alguns alunos se acharam no direito de xingar e humilhar a moça, usando termos do mais baixo calão. O campus se transformou em uma balburdia em pouco tempo. Policiais militares foram chamados para conter a confusão, ou melhor, tirar a estudante de lá e escoltá-la até sua residência. Agora, ela está temporariamente escondida, segundo consta dos noticiários, por ordem dos seus advogados.

Aos fatos: é da conta de quem o que as pessoas vestem ou deixam de vestir? Por que será que o indivíduo hoje em dia se preocupa cada vez mais com o seu próximo e deixa de cuidar do próprio nariz?

Em meio a toda confusão, acabei tomando ciência de um caso que ocorreu no mesmo campus, da mesma Universidade, no primeiro semestre. Pelo que entendi, o saldo foi uma aluna fisicamente lesionada. A culpa é da universidade? Claro que não.

Eu acho que a Uniban é omissa em várias coisas, mas não é a responsável pela formação do caráter das pessoas. Pessoas ruins, de mal-caráter ou má-índole existem em qualquer lugar e o campus ABC não é o privilegiado. No meu, ocorrem coisas semelhantes, só que são pessoas de mal-caráter de um nível mais elevado, que não fazem as coisas ao ponto de saírem no Fantástico. É que os casos da minha sala de aula, em especial, dariam um Globo Repórter. Talvez uma minissérie. Quiçá, uma novela.


A inveja é uma arma. Uma arma que fere e que destrói pessoas. Quem usa desta arma, não tem idéia dos danos que causa às pessoas. Tampouco tem idéia dos males que estão causando a elas mesmas. E no caso da estudante do ABC, não consigo entender até o momento o porquê de o seu vestido, que não tinha nada de indecente, pode ter incomodado tanto lá na casa do vizinho. Inveja?

O dia de terror do meu irmão e da minha cunhadinha é muito melhor que todos os meus mais comuns dias


Meu irmão ontem disse que teve um típico dia de terror. Fiquei até com medo ao ver o título do blog, afinal, em todos os dias ele está sempre sorrindo, feliz e bem humorado. Comecei a ler o texto. Um dia trágico na faculdade, com aulas ruins, professores ruins e sem vontade de dar aula. E nem é verão na Irlanda. Preciso contar para meu irmão que até o melhor dos professores tem o seu dia de não estar a fim de dar aula, ou até mesmo de dar uma aula ruim. Agora professor falar língua que ninguém entende, para mim é algo comum e cotidiano. E olha que hoje, nossa professora das duas primeiras aulas faltou. Para mim não foi surpresa, pois ela havia me avisado. Mas os alunos que vieram de longe, tomaram trem, ônibus, metrô e lá estavam, ávidos pelo conhecimento (ou pelo nome na lista de chamada), não gostaram muito de a faculdade não ter ninguém que a substituísse. E houve quem esperou de antes das oito até depois das dez para que a última aula acontecesse.

Tudo ontem deu errado na vida dele e da Japa. Aliás, a minha pobre cunhadinha amanheceu vomitando por conta de um chá que tomou. E eu que vomito várias noites, a noite inteira? Não é querendo ser a boazona, ser melhor que minha cunhada. Ela é melhor que eu em muitas e muitas coisas, mas em vomitar, pode esquecer, pois ela não me supera. Tudo bem que sou meio podre mesmo, mas, como disse, faz parte do meu cotidiano também viver no troninho ou na bacia chamando o amigo Hugo. E nem preciso tomar chá para isso.

Meu irmão não precisa dirigir no trânsito de São Paulo. Tudo bem, quem me conhece, deve estar se perguntando: “ele anda de ônibus, você não gosta de dirigir, por que não anda de ônibus também?” Resposta: moro em São Paulo. E melhor morrer em uma batida de trânsito do que morrer com o cheiro de sovaco que infesta os ônibus nos dias de inverno. E ontem fez 35º por aqui. Algum comentário?

Meu irmão não é cliente de nenhuma operadora de telefone, fixo ou móvel, da cidade de São Paulo. A Telefónica é caso perdido. Tentamos usar um VOIP pela TVA. Não deu certo. Comprei um Embratel. Ele só funciona para falar com meu irmão, lá na Irlanda. Não funcionava em casa de jeito nenhum. Desisti de brigar por um fixo. A querida Vivo, operadora do meu ex-telefone pós-pago, me vendeu uma promoção espetacular. 900 minutos mensais de Vivo para Vivo ou de Vivo para Fixo. Em nenhum mês, superei a marca de 100 minutos. E em nenhum mês, a conta veio menos que o dobro do plano contratado. Após seis meses sem tempo para resolver a situação, tive de cancelar a linha. Mudei para a OI. Operadora nova, cheia de promoções. Meu telefone desbloqueado não lia o chip. Para não voltar na Vivo, comprei outro aparelho. O resultado é que a OI não funciona na minha casa. Ainda me restava o computador, não fosse eu ter caído e usado o meu como proteção para o rosto. A HP levará VINTE DIAS ÚTEIS para verificar e resolver o problema, até que meu companheiro retorne.

Bom... não vou falar que tenho dois filhos, que minha filha odeia estudar, que ontem descobri que em 31 dias, ela teve 18 anotações na escola (falta de lição de casa, falta de material, não entregou o trabalho que eu e o pai perdemos horas fazendo com ela, não se comportou em sala de aula) e tive de tomar uma medida que já faz tempo, ensaio para tal: trocá-la de escola no ano que vem.

Ainda tem a manicure que fez minha unha, depois de 3 meses que não pisava em um salão, e conseguiu encravar uma unha da mão. Foi minha primeira vez com as patas dianteiras. A esteticista que foi fazer minha sobrancelha, conseguiu cortar minha testa em dois lugares. E ela foi a melhor esteticista que já fez minha sobrancelha. Imaginem as outras.

Não quero ficar me lamentando. Portanto, não contarei dos dois carros que fecharam o meu no estacionamento da faculdade e levei uns dez minutos manobrando. Também não contarei que ao sair do trabalho, vários carros resolveram entrar no estacionamento e o manobrista levou uns 20 minutos para trazer o meu. Também não contarei que o trânsito estava de lascar e levei quase três vezes o tempo habitual para voltar do trabalho. E claro que ao chegar em casa, há vários problemas que encontro. Alguém já viu empregada eficiente??????? Bom, melhor ontem foi dormir, não fosse o calor e a mola do colchão. Mas a mola do colchão, contarei em outro texto. Afinal, a vida é bela.