quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sobre olho gordo

Nunca acreditei nesta história de olho gordo, pois para mim, nada como boas gotas de colírio diet para curar este mal. Só comigo mesmo.

Vejo ao longo da vida, e já são trinta e sete anos dela, que as pessoas temem por aquilo que outras pessoas projetam nelas: energia negativa.

Sempre achei minha energia muito boa, e minha vida tão difícil e cheia de percalços, que só um trouxa ia ter inveja dela. 

Todo mundo olha para mim e acha que minha vida é perfeita: eu moro num castelo, com um príncipe encantado, tenho dois principezinhos perfeitos, com vários mucamos que me abanam o dia todo, enquanto eu fico deitada sob o mais lindo dossel, cravejado todinho de pedrinhas brilhantes.

Na realidade, a coisa é muito diferente. Pena que nem todo mundo tenha a coragem de calçar meus sapatos apertados, e percorrer todos os caminhos de pedras, buracos e barrancos que já percorri e ainda percorro.

Foi neste contexto que comecei 2011: uma vida normal, com problemas normais, nem maiores e nem piores que os de ninguém, já que cada um carrega sua cruz.

Fiz o tal planejamento que faço sempre e coloquei aqui neste blog. Não posso remeter ninguém ao texto, pois foi neste ano de 2011 que bloqueei quase mil textos deste blog (ele está chegando hoje aos 1100). Decidi bloquear meus textos depois de coisas que ouvi em dezembro, e que me fizeram refletir muito, muito e mais muito. Minha vida não é novela, então, quem não participa dela, perdeu o direito de me seguir. Deixei de escrever tanto e de me expor como antes.

Comecei o ano no consultório do dr. Tarcício, médico homeopata e profissional que escolhi para mudar minha vida. Minha vida emocional, minha ansiedade, e meu estado de obesidade que tanto me faz mal.

Após uma longa e demorada consulta, muitas lágrimas e caixas de lenços (PAUSA: se você nunca foi a um médico homeopata, e sente que precisa chorar muito, marque uma consulta imediatamente, porque chora-se litros na sala de um homeopata, mas que em qualquer sessão de terapia - DESPAUSA), o médico me deu um remédio para que eu tomasse UMA GOTA por SEIS DIAS. Isto mesmo. Com seis gotinhas, minha vida começaria a mudar. E mudou.

No terceiro dia, desencadeei uma alergia na pele absurda. Segundo a homeopatia, tudo que se acumula no pulmão, desova na pele. Vinda de um ciclo de três pneumonias seguidas, em um intervalo de dezoito meses, meu pulmão limpou tudo que podia e jogou para minha pele. Meus braços ficaram em estado de miséria. O colo do peito ficou horrível, tive sangramento e dor. No quarto dia, o médico suspendeu a medicação. No décimo quinto dia, pedi desesperadamente, via Facebook, um dermatologista. E foi aí que fui para o segundo calvário do ano.

Cheguei ao consultório da dra. Fátima e agradeci muito por ter a oportunidade de estar lá. Primeiro por ser a um quilômetro da minha casa. Nunca tinha ido a um médico a um quilômetro da minha casa, nem quando eu morava em Moema, reduto de muitos bons médicos. Segundo porque a médica era muito boa. Entrou com uma alta dosagem de corticóide e em três dias, a dor e o sangramento haviam cessado. Em quinze dias, já quase não tinha vestígio de nada. Fiz acompanhamento bissemanal, de modo que na quarta consulta, quase um mês e meio depois da primeira, a médica percebe que estou falando estranho e entortando o lado esquerdo da boca: princípio de AVC. Pressão arterial 20x14. Medicou-me imediatamente e queria chamar o SAMU. Recusei. Sai de lá para o consultório da cardiologista.

E assim começou minha terceira saga. A dra. Ana é uma médica excepcional. Pediu um check up completo para detectar lesões. Fui internada para exames diversos, passei duas semanas fora de casa fazendo exames e mais exames. Comecei a ser medicada para pressão, passei a tratar com uma nutricionista e com a acupunturista, esta, semanalmente. Nos meus exames, detectou-se dificuldade de enchimento da vesícula e tumores no sistema reprodutor, entre útero e ovário. Decidi que trataria primeiro o coração e a pressão, para depois ver o resto. Três meses foi o prazo que a médica deu para que a pressão estivesse normalizada, com uso diário de dois medicamentos, e então eu estaria liberada para atividades físicas. Estes três meses seriam na segunda quinzena de junho. Depois do meu aniversário.

Por estar viva, decidi comemorar meus 37 anos. Havia passado um susto tremendo e nada como comemorar. Escolhi a dedo cinquenta pessoas queridas. Destas que estão sempre comigo e me ajudam e participam de minha vida e tals...e nada de pessoas que precisam ser convidadas porque precisam. Só cinquenta pessoas especiais. No dia da festa, eu escorrego em uma poça de água, levo o tombo mais estúpido que já vi na vida e fraturo a fíbula. Vou para a cirurgia, coloco sete pinos e uma placa na perna e fico oitenta dias sem andar, com risco de trombose, tomando injeções diárias de Clexane na barriga por 24 vezes. 

Finalmente, meus pés voltaram para o chão. Decido então retomar de onde parei. Onde foi mesmo? Ah, no consultório do dr. Tarcísio - o médico homeopata. Não, vai que ele me dá outro remédinho para limpar as mágoas, não. Medo. Então a dra. Marilza, pediatra homeopata dos meus filhos, me indica a dra. Maria Regina, uma homeopata endocrinologista, e lá vou eu à consulta.

Adivinha o que aconteceu? Chorei mais litros. Sai do consultório direto pra farmácia, para comprar litros de soro. Mentira, não cheguei a desidratar, mas foi por pouco. Daí a dra. homeopata endocrinologista analisa todos os meus exames, todo o meu histórico, e diagnostica várias coisas: o excesso de corticóide que tomei, enfraqueceu meus óssos, por isto tive uma fratura tão séria com um tombo tão besta. Meus tumores são fáceis de serem tratados, e rapidamente eliminados, e para isto, terei de fazer uso de medicação alopata. Graças a estes dois tumores, tenho comprometido o funcionamento do sistema pâncreas-fígado-vesícula. E por isto que tenho passado tão mal desde abril, com dores fortes que a princípio achei ser estômago, até que minha acupunturista me mostrou um desenhinho do corpo humano, e me ensinou onde fica o estômago e o fígado. Assim, descobrimos que eu passava mal pelo fígado.

Nunca tivemos um ano financeiramente tão próspero. Nossas vidas sempre foram pautadas pelo sacrifício. Fomos galgando coisas materiais a custa de muito trabalho, muita abdicação, muitas restrições e muita economia e sacrifícios. Conseguimos quitar nosso apartamento, e ano passado conseguimos escriturar. Sem prestações, intermediárias ou qualquer outra parcela alta de investimento, foi possível pagar a vista os cursos de inglês e espanhol das crianças. Fizemos um cruzeiro no Natal do ano passado e fomos para um hotel fazenda em Águas de São Pedro em janeiro, passar férias com as crianças. Viajamos no carnaval para um lugar que adoramos, outro hotel fazenda e passamos deliciosos dias. Três viagens em dois meses. Foi às vésperas do Natal que o marido trocou de carro. E em abril, me deu um carro novo de presente, sem antes termos vendido o meu velho, o que significou que ficamos por algum tempo com três carros em casa e apenas um carnê de prestações. Programamos nossa viagem de férias de julho para a Europa. Talvez ainda desse para ir passar o Natal nos EUA, como tínhamos combinado no início do ano. Compramos as passagens pra Europa. Definimos o roteiro: Irlanda, Holanda, Bélgica, França e Inglaterra. Com direito a três dias na Eurodisney com as crianças. Mas o tombo nos tirou da rota no primeiro ano, depois de tantos e tantos de luta e de trabalho, que estávamos conseguindo viver alegrias que a vida material pode proporcionar: carros, festas, viagens...

Ano que vem meu filho precisa mudar de escola. Não por causa da "fantástica viagem de formatura", mas porque considero a escola um pouco fraca para a capacidade que hoje ele nos apresenta. Também vamos nos mudar. Venderemos este apartamento, rumo a novos caminhos. Mas a vida anda tão confusa, tão bagunçada, que nada anda: viagem, saúde, casa, trabalho. Comecei o ano muito feliz ao ter sido aprovada na especialização em psicanálise. Seriam dois anos e meio de estudos, conhecimentos, aprendizados e desafios. Contudo, tantos problemas de saúde me tiraram desta rota.

Não tenho como não associar as coisas boas materiais que a vida e o duro trabalho nos proporcionou, com a energia das pessoas. Tem gente que olha e pensa que enriquecemos do dia para a noite. Ninguém vê o relógio despertar cinco e meia da madruga. Ninguém está na garagem quando meu marido sai seis da manhã de casa. Ninguém sabe os problemas que enfrentamos dentro da nossa casa. Ninguém sabe a que horas meu marido volta, e o quanto ele trabalha por vários finais de semana. Ninguém segura a barra que eu seguro como mãe solteira de duas crianças que vivem doentes, como mulher que abriu mão da vida profissional por duas vezes, para cuidar da família e dar suporte ao marido e aos filhos. Ninguém vê que na nossa casa não temos mãe ou sogra para nos ajudar em nada, absolutamente nada. Ninguém vê que há anos não vamos a um teatro, não vamos a um jantar, não temos vida social de adulto, porque não temos ninguém que olhe nossos filhos. Durante os dias em que fiquei na cama, com as pernas para o ar, contei com a ajuda de amigos para cuidar dos meus filhos, principalmente nas férias escolares. Foram meus amigos que trouxeram comida, palavras de conforto, alegria e cuidado com meus filhos. Amigos estes que podem ser contados nos dedos de uma única mão, mas que são fiéis, prestativos, verdadeiros.

Quando estamos no fundo do poço, sempre há alguém que surge com um caso pior que o seu. Não gosto disto. Não quero parear meus problemas com os de ninguém. Os meus problemas são os piores, pois são os que Deus me deu e os que sou capaz de enfrentar. Nem mais, nem menos. Estar com a perna fraturada pode ser tão grave para mim, quanto um leve resfriado para alguém que nunca espirrou na vida. Cada um sabe em que parte do pé que o sapato aperta. Contudo, são poucas as pessoas que emprestam seus ombros para que possamos chorar. São poucas as pessoas que não esperam que peçamos ajuda, mas que tocam sua campainha e estão ali, prontas para o que der e vier. São poucas as pessoas que agem, que tomam atitude, que se fazem presentes. Posso dizer que apesar de tudo, a lição que tirei de toda esta história, é que tenho estas poucas pessoas ao meu lado, e sou feliz e grata por cada uma delas.

Agora eu acredito em olho gordo. Acredito que não devo falar pra ninguém que quero emagrecer. Deixa todo mundo pensar que sou feliz com um quadro de obesidade mórbida. Não conto pra ninguém que vou viajar. Quando me procurarem e eu estiver bem longe, deixa pensarem que eu morri. E quando eu trocar de carro, vou jogar nele um líquido mágico, para que ele assuma o formato exterior do carro velho, assim ninguém pensa que estou rica. 

Porque se tudo que estou vivendo neste ano não é olho gordo, é o quê?

11 comentários:

  1. É minha amiga... 2011 que começou como se fosse o início da década de ouro está se mostrando pior que a encomenta para muita gente.

    Estou inclusa nesse pacote aí...

    Por isso que eu digo, vamos brincar de cada um cuidar da sua vida e fica todo mundo feliz.

    Eu aprendi há algum tempo a não falar NADA de meus planos, vontades ou progressos a ninguém, pois o bentito olhão está sempre presente em alguém perto de nós. As pessoas ficam satisfeitas quando algo dá errado em nossa vida.

    Mas Deus é mais poderoso, é o Deus do impossível e só isso para nos dar força para continuar acreditando que tudo passa, as coisas boas e as ruins. seguindo em frente.

    Fique bem, estou orando por ti.

    Beijos

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  2. Nossa amiga...parece que vc escreveu a minha história!
    Tenho pensado nisso tantas vezes, de como a minha vida deu uma virada de 180o pra pior! Vc sabe que compramos e também quitamos apartamento novo e bem maior que o atual, viajamos para a tão sonhada Disney, trocamos de carro...parecia que a felicidade era palpável!

    Inclusive hoje, no mesmo dia em que leio seu post sincero e elucidador, tive o conselho mais sábio que já ouvi, da pessoa mais humilde e sem estudos que conheço! Ela me falou algo tão simples mas tão esclarecedor, que foi inevitável chegar em casa e me debulhar em lágrimas!
    Faz dois anos que eu não consigo sair dessa roda-viva de discussões em casa, brigas, dinheiro que parece evaporar, mais brigas, ofensas, problemas de saúde comigo e com quem mais amo, enfim, quando chego no ponto, aos 40 anos, de me sentir realizada como mulher, mãe, pessoa que subiu degraus na vida e que conquistou com esforço várias coisas, o chão simplesmente desabou sob meus pés e agora só há confusão! Também penso em inveja, mau-olhado, praga e até em gente que fez "trabalho" ou macumba para me derrotar! É triste ter que escrever esse desabafo, amiga, mas vc tem toda razão: todo mundo quer ter o que temos, mas ninguém quer fazer o esforço para conseguir!
    Boa sorte para nós! rs

    Bjs

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  3. Nossa amiga,
    Realmente, difícl não acreditar em olho gordo.
    O Caio não gosta de contar nada pra ninguém, eu já sou mais boca aberta. Estou feliz quero compartilhar, mas acabo me arrependendo...
    Saiba que gosto muito de você, de coração...pode contar comigo.
    Se cuida querida...
    super beijo

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  4. Calm,a respira, respira, respira...
    E eu que pensei que 2009 tivesse sido "O" ano-cocô... 2010 veio me provar que ano-cocô era ele. Mas depois de ler tua história... acho que os meus foram só uns "anos-bufinhas"! (desculpa os termos, se quiser, não libera o comentário, na boa).
    Mas ó... esquece o olho gordo. Esquece, porque vc é feliz, sim. É que eu sei. Quem tem amigos que socorrem na hora da agonia, quem tem um amor pra chamar de seu, quem pode elaborar a situação dos problemas de maneira tão clara como vc fez aqui... é feliz, sim. (E não discuta).
    Acabei de ler o post da Elaine (http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/kksw/~3/l8_VuOwzugg/dias-melhores-realmente-vieram.html) e acho que os posts de vocês se completam. Sei lá como, mas se na minha cabeça se completam.
    E que dias melhores venham, sem que vc tenha que esconder sua felicidade por conta de olho gordo nenhum!

    Beijooooooo

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  5. Panda,
    Realmente não tem sido um ano facil pra ti... mas tenha fé que tudo isso vai passar, já tá passando...
    Sobre o olho gordo, é aquilo q vc me falou um dia lembra? Ninguem ve os tombos que levamos, só as pingas que bebemos.
    Lá no restaurante tá assim agora; o povo fica achando que enricamos! Tudo por causa de uma reforma (a qual investimos tudo que tinhamos e ainda estamos pagando uns detalhes). Ao mesmo tempo eu perdi o emprego e fui pra lá ajuda-los, o povo acha que tá dando tanto dinheiro q pedi as contas no trabalho. Meu pai conseguiu vender os dois carros velhos q ele tinha e financiar em 60 vzs o saldo de um zero, mas o povo mais uma vez acha que a grana lá tá alta...rs
    Enfim, sempre tem alguém de olho achando que temos mais do que parece. E se tivermos??? Fala sério!
    Bom, vou ficando por aqui só quis mesmo comentar pq sei que vc vai sair dessa e que aprendeu muitas coisas com tudo que passou até agora.
    Beijão amiga!

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  6. Querida Pandinha!

    Eu não fazia idéia das turbulências que a vida colocou no seu caminho este ano. Como você disse, nossos problemas são "os piores" e são aqueles que podemos enfrentar. Tenho certeza de que se as primeiras rotas foram desviadas é porque há novas a serem descobertas, incluindo estar rodeada e abençoada por pessoas tão especiais que, com certeza, a amam e querem bem.
    Daqui do outro lado do mundo eu desejo um processo de realinhamento de projetos com serenidade, paz e equilíbrio - com muito carinho!

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  7. Assino embaixo panda.. sumi uns 2 meses do meu blog tb, colokei minha vida em ordem e parei de dar updates sobre meus sonhos e dia a dia. Nao eh por mal nao pq a gente sabe quem torce pela gente, mas soh por eu nao ter postado uma coisa ou outra a vida em 2 meses andou mais do que em quase 5 anos.. vai explicar? eu procuro nao acreditar em olho gordo, mas eu guardo o q eh meu ateh o fim. Licao aprendida e ateh sogra ta fora da parada pra vc ver como a coisa eh complicada. Soh Deus mesmo, torco por vc sempre e passo por aki sempre que posso pra dividir minha energia boa bjusss e que Deus abencoe vc e sua familia sempre!!

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  8. Se olho gordo existe ? Existe sim. Nós o encontramos diariamente. Mas você é maior que isso tudo. Deus te deu o seu problema. É seu, não é maior ou pior que o meu. É o seu e vc está aqui para aprender a lidar com ele. E faz isso muito bem. Quer mais do que este Blog ?! Força amiga...2011 já está acabando. E 2012 será muito melhor... Bjs

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  9. Bem que eu achei que aquele email-desabafo que vc me mandou daria um bom post. Foi perfeita a colocação de que sua dor é a pior e não adianta comparar. Mas concordo também com a Bel... vc é feliz. Energia ruim pode até existir, mas pro diabo com ela. Também existe energia boa. E se os canalhas estão sempre de plantão pra invejar, os bons estão por perto pra vibrar com as conquistas.
    Essa chateação toda que acontece quando a vida parece que vai ficar perfeita é pra gente não se acomodar. Se a vida ficar boa demais, perde a graça. E, vc sabe, pra nós, com tragédia e tudo, ela é engraçada demais...
    love

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  10. Eu vou dar minha opinião. Eu acredito sim que inveja e olho gordo possam trazer vibrações e energias muito ruins pra nossas vidas. Só não acredito que olho gordo seja capaz de transformar a vida de uma pessoa para pior, assim dessa forma.
    A energia ruim que vc recebe dessas pessoas acabam impactando nas suas decisões, na sua forma de agir, e aí sim é que as coisas começam a dar errado.
    Acredito também que a vida seja composta de ciclos, não existe só tristeza, mas também não existe apenas felicidade...eu sempre tento ver as coisas dessa forma.

    Beijos e Boa Sorte!

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  11. Carolzinha, sábias palavras as da sua mamys amiga. Claro que as levarei na vida...

    Bia, te mandei um email respondendo!

    Isa, homens racionalizam mais estas questões. Acho que o Caio e o Toruboi estão certos. Vamos fechar nossas boquinhas?

    Belzinha, eu achei que já tinha vivido várias tempestades na vida. Mas esta tá PH... viu amiga...mas passa, oh se passa!

    DaniDani, sabe q ri qd vc me contou dos funcionários? Amiga, eu sou boa pra dar conselhos, péssima para colocar meus conselhos em prática. Pq acho triste não contar td pra td mundo, mas vamos lá...voltar ao velho e bom diário de papel!

    Tatá, td bagunçou bastante, mas pelo que entendo, são momentos, são as tempestades da vida né minha amiga? Vai passar, oh se vai! Obrigada pelas vibes!

    Cath...sabe pq nossas energias se vão? Colocamos elas tão expostas, que sinto que é algo que gasta, acaba, sei lá...me entende???? Menos exposição e mais ação!!! Viva 2012

    Lu, minha amiga, a gente que diga o que é olho gordo né? Ah se blog fosse olho gordo. Haja energia boa pra exorcizar os maus fluídos que estamos colhendo...

    MV, email desabafo? Se eu fosse te contar tudo, seria um belo e trágico livro, um gd best seller. Mas como não quero ficar rica, to aqui esperando 2012, ansiosssssssa....

    Line, o q vc escreveu me fez passar o feriado inteiro pensando, sabia? De onde foi que tirei que viveria só ciclos de alegria? Acho que por algum momento, criei meu mundo de Poliana e me revoltei por ter sido tirada dele. Mas td vai mudar!

    Valeu galera, foi MUITO BOM ouvir as opiniões de cada um. Beijos nos corações

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