sexta-feira, 4 de março de 2011

Sobre apelidos

Em um passado muito distante, contei aqui sobre a origem de alguns apelidos. Na ocasião, disse o quanto gosto de apelidar as pessoas. Quando coloco um apelido, é como se eu criasse uma cumplicidade com a pessoa, pois eu e apenas eu irei chamá-la daquela maneira.

Outro dia liguei para minha amiga Pops. Ela atendeu ao telefone e quando eu disse "oi Pops", ela não precisou sequer perguntar quem era. Quem mais a chama assim? Só eu, a criadora do apelido.

Muitas pessoas, porém, perguntam-me o porquê do apelido do marido. Claro que quando o chamo de "Toru", todo mundo pensa em "touro", e o nome remete, primeiramente, remete à virilidade. Assim, a mente poluída das pessoas pensa no objeto fálico. Há ainda os engraçadinhos que pensam em chifres.

Quem se lembra de uma novela da Glória Perez, chamada "América"? Naquela novela, havia um touro como personagem, o touro bandido, que ficou famoso mundialmente junto com a novela.

Foi talvez a última novela das nove que assisti, porque adorava-a. E sempre que aparecia o Touro Bandido, chamava meu marido da mesma forma. Com o tempo, o apelido pegou, e de tanto eu chamá-lo de "Toru", mudei para "Toruboi", e marido me chama de "Tora".

Como fica claro, não há conotação pejorativa nenhuma no apelido. É apenas mais um apelido da minha lista interminável!

Um comentário:

  1. hahaha.....por isso q eu patentiei o Pandis...rs...né Pandis????? hahaha

    Bjooooos

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