sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Uma história de suruba... ou não

Tudo começou quando um novo condomínio foi "inaugurado". Arquiteclínio, funcionário de uma das empresas terceirizadoras de serviço do condomínio, casado, três filhos, envolveu-se com Bananéia, funcionária de outra prestadora de serviços, também casada, dois filhos.

Logo, Bananéia deixou a empresa e passou a trabalhar em um dos apartamentos do condomínio. O amor corria solto entre Arquiteclínio e Bananéia, até que mais um funcionário chegou ao condomínio: Uóshinguiton. Ali nasceu o triângulo amoroso. Não posso deixar de contar que Uóshinguiton também era casado e pai de duas crianças.

Para substituir Bananéia, a empresa, que perdeu sua funcionária, contratou outra pessoa no lugar dela: Ermenegilda. Também casada e sem filhos.

Enquanto problemas corriam condomínio adentro, o amor entre Arquiteclínio e Bananéia corria por fora, até que o amor entre Arquiteclínio e Ermenegilda foi inevitável. Assim, nosso personagem passou a dar expediente triplo: com a esposa, com Bananéia e Ermenegilda. Para compensar suas faltas, convidou o colega Uóshinguiton para fazer parte do "esquema". Quando ele não estava presente, o amigo fazia as honras com as duas.

Bananéia decidiu deixar o marido para viver as promessas de amor de Arquiteclínio. Ermenegilda descobriu que estava sendo passada para trás e jurou vingança; Uóshinguiton, quando a bomba estourou, jurou que era casado e fiel, e jamais havia feito parte do quarteto. E a esposa de Arquiteclínio descobriu tudo, colocando o infeliz para fora de casa. Só que a essas alturas, Bananéia reconciliou-se com o marido, e Ermenegilda foi demitida, tamanha a confusão causada em um lugar tão familiar.

Esta é uma história real. Claro que os nomes foram trocados, mas aconteceu de verdade. E o condomínio em questão é o qual eu moro. Ah... essa é uma das histórias "light" que aconteceu por aqui. Outras são impublicáveis. Vivendo e conhecendo o ser humano...

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