domingo, 20 de junho de 2010

O dia em que não fomos ao Playcenter


Há várias coisas que detesto fazer, mas no Top 10 está: "ir às festas escolares". Detesto demais. E ontem tinha festa junina na escola das crianças. Eu já detesto as festas, agora imagina que as criancinhas Hummel ficarão apenas mais uma semana (Graças à Deus) na escola, e eu ter que encontrar pais e mães insatisfeitos tentando me convencer a deixar meus filhos na escola ruim, só porque eles não tem coragem de mudar o mundo social dos seus filhos. Tô fora. Decidi que iríamos levar as criancinhas Hummel ao Playcenter e eles, vendidos como são, concordaram.

Acordamos cedo, tomamos café, nos trocamos e saímos. Passamos antes na Alô Bebê para comprar o presente do chá de bebê que teríamos a tarde e seguimos rumo ao parque. Nós, a torcida do Corinthias e a do Flamento. Na minha santa ingenuidade, pensava ainda que o Playcenter era um parque frequentado por famílias. Ledo engano. Dez horas da matina, uma hora antes da abertura do parque, seus arredores estavam completamente tomados por adolescentes de todas as tribos imagináveis. Eu, com a fobia de multidão que tenho, já senti certa falta de ar.

Meia volta, volver. E agora? Bom, tínhamos outras alternativas: Parque da Xuxa - não serve mais para a Bibizoca com 10 anos - abortado; Hoppy Hary - estrada até Vinhedo? No way. Abortado; Market Place - há um bom parque dentro do shopping - opção 1; Shopping Internacional de Guarulhos: o maior parque dentro de um shopping, e ninguém da família Hummel conhecia: ELEITO!

Seguimos pela nova pista da Marginal, que está um tapetão, ótimo para se guiar, mas péssima sinalização. Chegamos. O parque, chamado Neo Geo, é realmente muito grande. Fomos bem atendidos, os brinquedos funcionavam bem, ótima variedade, inclusive, uma montanha russa em meio ao parque, que quase fez Bibizoquinha desmaiar na saída.

Permanecemos no parque por quatro horas. As criancinhas Hummel e marido brincaram bastante, e eu também teria me divertido, não fosse a dor de cabeça que anda dentro de mim sem querer me deixar por nada.

Saldo do dia: positivo, família ficou feliz, e eu idem por ver a todos contentes.

Saldo do dia 2: tenho dois passaportes da tristeza, ops, alegria para o Playcenter, válidos até o dia 27 deste mês. A quem interessar, posso doá-los!

Um comentário:

  1. eh isso ai, amiga pandinha.. ser mãe é padecer no paraíso.. eu padeço pelo marido que é como se fosse a criança que eu ainda não tenho hahah.. mas qdo meu enteado vem pra cá, até fazenda de reptéis eu tive q ir.. claro que eu achei umas lojinhas na vila e me escondi por lá mesmo.. jacaré nem no meu pé eu quero hahaha vivendo e aprendendo.. um dia eu chego la!! bjuuus

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