domingo, 20 de junho de 2010

Comendo canjica...

... enquanto há mais um jogo do Brasil rolando em campo. Eu e a Lilly no MSN falando sobre fotos, obras, torcidas contras, mulheres aproveitadoras e afins. Recebo um email do meu irmão que quer falar comigo. Em pleno jogo, claro que ele não estará disponível. Entro no blog dele para ver o que acontece.

Antes de ligar o computador, recebi uma mensagem no blog e li pelo iPod. Uma pessoa dizendo que desistiu de comprar um apartamento, após ler em meu blog e em outros lugares na rede mundial, reclamações da empresa. Senti certo alívio, sensação de cidadã, de dever cumprido.

Como já disse anteriormente, a Constituição Federal de 1988 nos assegura a liberdade de expressão. Desde que o meu direito não infrinja no direito do meu próximo, posso me expressar. E quando se diz a verdade, não se fere o direito de ninguém.

Pensei o quão bom é ter um blog, e poder prestar um serviço ao próximo, pois quando busco informações pela internet, também sinto gratidão aos cidadãos que deixam suas experiências ruins registradas para poder ajudar ao próximo. Viva a mídia, sempre.

Mas voltando ao meu irmão, fiquei muito feliz com o que li sobre a nossa querida Aline.

Nem de longe quero ser medíocre, ou mesquinha, ao tentar comparar nosso calvário com a Cyrela, e o calvário de uma jovem menina que ficou paraplégica. O que estou tentando expressar aqui, é minha alegria ao saber que a propaganda boca-a-boca tem peso, tem serventia, e, acima de tudo, cumpre objetivos, mesmo que a longo prazo.

Estou feliz por saber também que o motorista que atropelou a Aline teve a oportunidade de voltar atrás e mudar seu destino no além-Terra.

Continuemos acompanhando a vida da Aline e torcendo pelo final feliz, pois a esperança é a maior companheira das nossas vidas.

Um comentário:

  1. Pois é, gorducha. Continuemos a fazer barulho por aí... o povo gosta é de grito...

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