domingo, 21 de março de 2010

Isabella Nardoni

Uma das piores coisas da vida é julgar alguém. Nestes dois anos, me abstive de julgar o casal Nardoni pela acusação do crime da pequena Isabella. Amanhã começa o julgamento mais esperado dos últimos tempos. Parte do país vai parar para assistí-lo. A mídia não mostra outra coisa nas últimas semanas.
Após ler e reler, ver e ouvir tantas coisas, não dá para ter dúvidas. Se não foram eles, quem foi então?
Acho interessante nesta história toda, o papel do pai de Alexandre, que defende ferrenhamente o filho e a nora como inocentes. Até onde vai o amor paterno por um filho? Supera o sentimento de justiça, de lealdade, de honestidade, de bom caráter?
Espero justiça. Quem tem filho, passou os últimos dois anos se questionando: "e se fosse comigo?".
Que Deus ilumine a alma, o espírito, o coração de todas as pessoas envolvidas no caso. A vida da pequena Isabella não voltará. Ela veio ao mundo com esta curta missão e não sabemos qual a ligação dela com o pai e a madrasta, para que sua estada neste mundo tenha sido interrompida de forma tão cruel. Deus sabe o que faz, sempre. E para tudo há uma explicação, mesmo que não esteja ao nosso alcance.

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