quinta-feira, 4 de março de 2010

Estresse. Eu acho.

Semaninha de cão. Parece que me graduei com honras na corporação do corpo de bombeiros e por conta disto tive que passar a semana inteira apagando incêndio. E para coroar o quase fechamento da semana (tenho até medo da 6ª feira, dia de receber áreas comuns da Tecnum/Cyrela), hoje fui ao banco.

Ir ao banco é uma coisa de outro mundo. Pago zilhões de contas todos os meses, mas jamais preciso sair do meu escritório. Virtual. Por conta de um débito indevido que estava sendo feito no cartão de crédito, marido cancelou meu cartão. O Itaú mandou outro, mas com chip. E não mandou senha. E? E lá fui eu a uma agência do Itaú fazer o desbloqueio, já que o cartão tem o tal chip. Para começo de conversa, não sabia sequer onde tinha uma agência do Itaú, coisa que a moça do Correio fez o favor de me dizer.

Só uma pausa para explicar o que eu fazia no Correio. Foi minha QUINTA visita nesta semana, tentando postar uma porcaria de documento para meu irmão, que já estava providenciando desde o início de novembro. Tudo para ele casar com a japinha. E se algum dia nesta vida estes dois pensarem em se separar, depois de tanta dor de cabeça que tive nestes meses todos, mato os dois. Pronto. Voltando ao banco...

Agência bancária, para mim, é tão estranha quanto urna de eleição. A última vez que fui a uma agência, foi no Uniclass, onde temos conta. Não peguei fila nenhuma e fui apenas fazer um depósito de cheque. Porque o marido estava na China. Literalmente. Então entro na agência e... ops... não entro. Tive que tirar tudo de dentro da bolsa para entrar. E pegar uma fila, digamos assim, GIGANTE. E me deparar com um aviso:

“Tempo máximo de espera em dias comuns: 20 minutos; nas exceções, 30 minutos. Entende-se por exceção: os 10 primeiros dias úteis do mês, o último também, vésperas e pós feriados (oi, estamos no Brasiiiilllll, o país dos feriaaados)...” e tinha mais um item que não me lembro. Fiz uma conta rápida. Resultado? Tudo é exceção. Me preparei para esperar os 30 minutos. Minha vez, cadastrei uma pré-senha, que precisava ser trocada no caixa eletrônico por uma senha definitiva. O caixa eletrônico engoliu meu cartão. Tive de chamar o segurança. Que chamou um funcionário do banco. Que resgatou meu cartão. Que não aprovou uma compra três horas após toda essa epopéia, adivinhem o porquê? O cartão estava bloqueado.

Como já disse um dia o bom e velho Renato: “que país é esse?”



Um comentário:

  1. caraca... até o Murilo já chegou... e vc ainda na fila do banco... huahuahuhua

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