domingo, 21 de fevereiro de 2010

Pressa? Eu? Como assim?


Marido e eu somos fanáticos por séries. Não temos o hábito de assisti-las na tevê. Nunca temos tempo disponível para assistir naquele bate-horário, naquele bate-canal. Então compramos vários box de séries e vamos assistindo conforme dá. Fato é que todas as séries que gostamos em comum foram se acabando. Uns três anos atrás, minha amiga Andréa indicou a série “The 4400”. Comprei certo dia, em uma promoção na saraiva.com. Assisti a um episódio e guardei as quatro temporadas. Como marido está com todas as temporadas de “Família Soprano” e “Seinfeld” e como não gosto de nenhuma das duas séries, decidimos assistir “The 4400”. Começamos semana passada. Marido achando a série fraquinha. Eu, adorando. Iniciamos na sexta-feira a segunda temporada. De repente, as coisas começaram a ficar muito estranha. As situações não tinham nenhuma ligação. Tudo começou a perder o sentido. Sempre pulamos o tal “previously on The 4400” e partimos para a novidade. Fato é que sexta-feira fiquei meio intrigada. Cada episódio tem cerca de 45 minutos e em duas horas assistimos 4 deles. Ontem tudo continuou sem fazer sentido. Foi quando me deu um “click”: será que após o “previously” não estaria passando novidades? Dito e feito. Começamos a voltar os últimos sete capítulos assistidos e perdemos em média dez minutos em cada um deles. Mais de uma hora de série. Eis a explicação das lacunas que foram ficando; e a gente xingando os produtores, que fazem uma série sem sentido e sem explicação para várias coisas importantes. Eis o porquê do ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”.


Não é que eu tenha pressa. É que sou totalmente vanguardista. Acho que sou a precursora do Futurismo. Quem duvida?

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