sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O dia em que vi um pintor trabalhando. Ou não.

na foto: o "trabalhador"

Quem já viveu uma situação tragicômica, quando fica se questionando se ri ou se chora? Eu vivi. Hoje. Na presença da minha amiga Margarete. Estamos nós “pilhadas” e “iradas” fazendo a vistoria das áreas comuns. Ou melhor, recusando tudo, já que estava tudo um lixo. Entramos na academia. Tinha um pintor com uma lata grande de tinta, um rolo e um pincel (ambos apoiados na lata). Ele segurava em mãos... UM CELULAR. Como nunca vimos ninguém pintar nada com um celular, ficamos observando. Após algum tempo, o suposto pintor resolveu pegar o rolo na outra mão, a desocupada. Pintava um pedaço de parede; empurrava a lata com os pés para um próximo pedaço; pintava EM OUTRA DIREÇÃO mais algum pedaço; arrastava mais um pouco a lata (com os pés); parava com o pincel nas mãos para falar mais um pouco ao telefone. Pintava outro pedaço, em outra direção. Começamos a fotografar. Depois a filmar. E depois de SEIS minutos, ele desligou o telefone, como se nada tivesse acontecido. Se com QUATRO pessoas olhando o cara faz um serviço porco assim, imagina quando o indivíduo está sozinho. Está aí a explicação da qualidade Tecnum/Cyrela.
p.s.: tenho o vídeo do indivíduo trabalhando, mas preciso cortar um pedaço que aparece uma pessoa que não tem nada que ver com a história. E não sei cortar o pedaço. Portanto, não posso compartilhar a parte mais divertida com meus queridos leitores!

4 comentários:

  1. acho que esse cara é muito bom. o sujeito é multimídia, consegue pintar e conversar com os cumpadres ao mesmo tempo. o brasil precisa de mais gente assim...

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  2. ...já que otários que nem a gente que trabalha já tem demais....kkkk

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  3. muito bom o livro que eu estava lendo. Recomendo viu?
    beijosss

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  4. Valeu pela dica, assim que sobrar um tempinho para uma boa leitura, vou ler sua recomendação. Beijos

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