segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

E lá se foi minha inspiração do dia...

Agora que nosso Solar está criando cara de casa, começo a me animar para retomar a vida normal (se é que ela existe!). Ontem assistimos a dois filmes e com a nossa biblioteca QUASE (quase nada) arrumada, escolhemos novas obras para ler. Hoje acordei culturalmente inspirada. Fomos até a Livraria da Vila, na Vila, buscar um livro que, especificamente, só tem lá. Aquilo é o P A R A Í S O! Eu nunca sonhei em ter nenhum negócio próprio, exceto uma livraria. Babamos, divertirmo-nos, compramos, comemos (o ice coffee do Santo Grão é o melhor do mundo, que me perdoe a Starbucks) e saímos de lá para... comer. Meu marido resolveu almoçar em uma tratoria nas Perdizes. Já não gostei do lugar de cara. De nada me adiantou ver o lugar com matérias e mais matérias publicadas na mídia. O cheiro do lugar era ruim, e não é só pelos emblemas do Palmeiras espalhados no local. Os garçons tinham cara de sujos. Mas a comida... ah, a comida... o molho tinha cheiro de azedo, o nhoque era feito puramente de farinha de trigo e o gosto era INTRAGÁVEL. Não volto mais. Saí com fome, com enjôo e com raiva por ter pago por um almoço que não almocei. O combinado era sair da Livraria da Vila e conhecer a nova Megastore da Saraiva. O combinado foi por água abaixo. Voltamos para casa e cá estou eu com a minha internet Banda Lenta, exercitando a paciência.

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