sábado, 3 de outubro de 2009

Raiva? Eu?


Tem gente que, assim como eu, faz parte de uma geração que ia para a escola e quando a professora pedia para fazer uma interpretação de texto, buscavam-se trechos do texto para a resposta. Foi o tempo do “não pensar”. A coisa foi mudando. Ainda bem. Hoje, interpretar um texto é um assunto bem mais complexo. É buscar elementos dentro daquele texto que estejam implícitos, para que realmente haja uma profunda análise da mensagem que o leitor pressupõe que o escritor desejava ter passado.

Infelizmente, muitas pessoas ainda buscam as tais respostas prontas. E fico realmente chateada quando escrevo alguma coisa no blog e recebo mensagens, via e-mail, perguntado o que aconteceu comigo e o porquê de tamanha fúria. Assim aconteceu com o texto “Qual o rumo da educação no Brasil?”.

Não escrevi o texto em momento de raiva, não briguei com ninguém e não foi uma situação isolada que me levou a divagar sobre o assunto. É simplesmente algo em voga, que todos nós deveríamos parar alguns minutinhos para refletir e disseminar a discussão. Ponto.

Sei que para cada texto, há uma leitura. Mas não façam leituras de “raiva” da minha parte, em cada desabafo que faço. Salvo quando se tratar da Cyrela. Aí sim, é raiva mesmo!

2 comentários:

  1. maracujá na blogueira. tá muito nervosinha pro meu gosto... hehehhe

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  2. Imagina uma tropa de 50 italianos juntos? Tds as noites! Assim é conviver com a Cyrela! Maracujá ajuda????

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