sábado, 4 de julho de 2009

Sítios de relacionamentos


Estava morando em Portugal quando recebi do meu irmão e da minha comadre a notícia sobre uma rede de relacionamentos que, segundo opinião de ambos, “eu iria adorar”. Eles acertaram na mosca. Passei (e passo) bons momentos procurando e reencontrando pessoas muito queridas. Naquela época, ainda era só o Orkut, ao menos que tenha chegado ao meu conhecimento. Eis que gostaram da brincadeira, que começou a proliferar. Hoje, há uma infinidade de sítios para relacionamentos

Nos últimos anos, fui conhecendo outros endereços para rever amigos e, por que não, fazer novos, através dos convites os quais fui recebendo. Mas confesso aqui, publicamente, que apesar de estar cadastrada em vários lugares, só uso efetivamente o Orkut. Sou notificada por email de novos convites, atualizações, mensagens, porém, não consigo cuidar de mais nada além do meu blog, das minhas mensagens eletrônicas e dos meus quase quatrocentos amigos no Orkut.

Cerca de dois meses atrás, me cadastrei no Twitter. Só que ainda não tive tempo (ou seria interesse?) para entender como funciona e participar de forma efetiva.

Outro dia, um colega http://www.contratudoinformatizado.com.br/ criticou ferrenhamente o quanto um mundo virtual exige do seu usuário. Começo a achar que é verdade. Não gosto de ignorar convites ou deixar de responder às mensagens recebidas. Porém, o tempo é escasso e administrar redes de relacionamentos deveria virar profissão. O internauta fanático e disponível oferece seus serviços àqueles que também se interessam pela grande rede, e que não dispõem do mesmo tempo. Paga-se uma taxa mensal e as respostas nunca ficam em branco. Santo Deus, aonde vamos parar?

2 comentários:

  1. Agree! Ainda bem que consegui cortar quase toda essa porcaria da minha vida. Agora só tô com hotmail, gmail, msn, orkut, facebook, skype e blogs. E pára de escrever tanto aqui. Tem tomado muito do meu tempo! Humpf!!!

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  2. PQP, e ainda abriu um blog novo. Se bem que eu tb tenho 2, só que um só eu sei que tenho... hehehe. E para de acentuar o verbo parar, pois não tem mais acento.

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