sexta-feira, 17 de julho de 2009

Leitura, sempre leitura


Minha paixão por ler é infinita. Cada vez que termino um livro, passo por um bom período de divagação sobre a obra. E não foi diferente ontem ao terminar de ler “O Médico e o Monstro”, do autor escocês Robert Louis Stevenson. Trata-se de uma história de suspense maravilhosa. Não sei se foi o meu conhecimento prévio em histórias do gênero – sou leitora voraz e fiel de Agatha Christie – ou se a própria trama conduz todo leitor à conclusão, à moral da história. O fato é que logo nos primeiros capítulos, já sabia o desfecho. Porém, quando ele ocorre, é surpreendente a forma que se dá. Recomendo.

Aproveitando os meus momentos de insônia total e enquanto não volto ao meu medicamento e tratamentos que me fazem dormir, devorei na última madrugada “Morte e vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto. Claro que hoje já pego um livro nacional com muito menos apatia que outrora. Mas ver sobre minha cabeceira uma pilha deles me desanimou. Como tinha que começar por alguma obra, escolhi por um critério bastante justo: o livro que estava em cima da pilha. E lá fui eu saber quem era a severina, ou as severinas de Cabral de Melo. É simplesmente de impressionar a qualidade do texto. Como um autor conseguiu reunir poesia e história de tal maneira, é o que fiquei me perguntando quando o dia amanheceu.

Agora, estou lendo “O velho e o mar”, de Ernest Hemingway, mais um clássico da literatura mundial. Ainda estou começando a leitura, mas já apaixonada e pensando na riqueza cultural que estas férias estão me proporcionando.

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