terça-feira, 23 de junho de 2009

Os chifrudos - parte II

Nunca escrevi um texto que tivesse tamanha repercursão. Acordei hoje e estava sem sinal de internet aqui em casa. Quando voltei, tinha um número tão grande de mensagens "anônimas", de amigos com medo de serem entregues.

Vamos esclarecer novamente: deixei claro que nem tudo que disse é verdade. Afinal, que nunca leu um romance e deu asas à imaginação?

Pessoas queridas do meu coração: quem me conhece, sabe que jamais exporia assim, a vida das pessoas, o que não é meu direito. Meu direito (e dever) é apenas o de amar e isso faço muito, pois amo intensamente (e sou fiel).

O fato de viver uma relação monogâmica, não significa que eu seja uma pessoa careta ou que crucifique aqueles que traem. Para quem não me conhece, faltou contar uma pequena história.

Muitos anos atrás, uma amiga minha começou a namorar uma pessoa casada. Ela também era casada. E minha casa era o ponto de encontro dos dois. Até que um dia, o casal me pediu para que os levasse ao Motel. E lá fui eu, deixei os pombinhos na porta para uma tarde de amor e fui fazer compras com o carro do amante da minha amiga. Hoje, todos vivem felizes, mas um dia, o romance acima veio a tona, ocasionando duas separações. É isso que quero dizer, CUIDADO. Todo mundo tem direito de amar, de se apaixonar e de ser feliz. Só que junto com este bônus, tem também o ônus de respeitar os sentimentos do próximo. Aí sim, é só ser feliz!

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