sábado, 30 de maio de 2009

O amor em todo lugar e ao alcance de todos


Quantas pessoas ao longo da vida já não tentaram descrever o amor? Quantos poetas não usaram o amor como tema principal de suas obras? Quantos filósofos não questionaram o amor? Quantos atores não interpretaram o amor? Quantos não foram os mestres e doutores que tentaram explicar o humor através de anos de estudos e pesquisas, através de suas teses?

Perguntei ao meu filho de três anos, o que era o amor. “Mamãe, amor é assim bem grande que eu gosto de você”. Tenho até um versinho em meu caderno de versos, da época da adolescência, que define assim o substantivo em questão: “o amor é uma flor roxa que desabrocha no coração do trouxa”.

É trouxa quem ama? Então, quero ser trouxa até morrer, pois amo intensamente. E amar não é um sentimento que se tem por pessoas. Amo a vida, amo aprender cada vez mais, sou capaz até de amar quando as coisas saem do meu controle, pois me tiram da zona de conforto e me colocam problemas desafiadores, me levando ao crescimento.

O amor pode se manifestar de diversas maneiras. Podemos amar nossos filhos, nossos pais, nossos familiares, nossos companheiros, nossos amigos, nossos professores. Acho que em algum momento, amor se mistura com admiração, com idolatria. Mas não há como explicar ou como dizer o que é o amor. É um sentimento puro, verdadeiro, sem interesses, sem segundas intenções e sem explicações. Porque amar é verbo intransitivo.

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