quinta-feira, 16 de abril de 2009

Trecho de uma carta escrita por mim


"A vida é uma grande epopéia, e tal qual, cheia de heróis e vilões, mas sempre com episódios trágicos. É assim que começo minha narrativa.

Toda e qualquer relação em nossas vidas deve ser pautada na confiança mútua. É o elemento principal e essencial, pois sem a confiança, não existe relação alguma, seja pessoal, seja familiar, seja comercial, seja qualquer tipo de relação.
Quando a confiança estremece, por qualquer que seja o motivo, a relação começa a minar. É a metáfora do vaso quebrado, quando não há cola que seja capaz de unir com precisão e eficiência os cacos.

Quem me conhece sabe que considero a fidelidade como a coisa mais importante da vida. Uma vez fiel, sempre confiável e se sempre confiável, sempre relação perfeita. Infelizmente, a vida não é feita de silogismos tão perfeitos como este, tampouco um conto de fadas, mas sim, uma verdadeira história de terror.

Para cada leitor, há uma leitura, uma conclusão, uma visão, uma maneira de interpretar, uma moral, um "vivemos felizes para sempre". Então, nesta minha narrativa, uns chamarão de epopéia, outros de conto de fadas, outros de história de terror; fica a critério do leitor.

Quando os fatos forem atribuídos a minha pessoa, serão realmente fatos e posso falar por mim da veracidade do que digo. Cada um tem a sua verdade. É como aquela famosa frase, muito conhecida nos dias de hoje, que diz que para cada história há três versões: a minha, a sua e a verdadeira. Tomo a liberdade de parafrasear o citado acima e complementar: são três versões, quais sejam, a minha, a sua e a versão verdadeira, que nunca ninguém saberá qual é..."

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