terça-feira, 24 de março de 2009

O reflexo da vida


O tema “ética” rendeu boas discussões e, portanto, gostaria de apimentar um pouco mais, inserindo assuntos inerentes ao caráter de cada um. Frequentar um curso, seja ele técnico, universitário, de culinária, de idiomas, de artesanato ou de qualquer natureza, faz com que o indivíduo não apenas aprenda aquilo que a entidade educacional se propõe. Os ensinamentos que a vida coletiva fomenta em cada cidadão vão muito além. Para aqueles que são questionadores, analíticos e observadores, é possível aprender mais e mais.

Estava na sala de aula e comemorávamos os aniversariantes do mês de março. Cada aluno leva alguma coisa para um lanchinho coletivo. No começo, era tudo uma grande festa. Hoje, é um grande sacrifício que cada um oferece para o aniversariante, com sua rápida presença. Há também aqueles que não estão oferecendo nada, nem uma contribuição com os comes e nem presença para o aniversariante. Temos uma colega que é boleira profissional e sempre faz o quitute principal do lanche. A parte em que cada um tem que levar um come, quase nunca acontece. São sempre as mesmas pessoas que contribuem com as guloseimas e sempre o mesmo grupo a ser o primeiro a atacar. Coisas de quem não tem educação. Não é gente que não tem condições ou possibilidades financeiras. São os espertalhões (ou ao menos assim se julgam) que querem sempre tirar vantagem de tudo. Aliás, o bolo da comemoração de hoje era cortado e embrulhado em papel alumínio e quando a bandeja se aproximava do fim, vi um elemento ATACAR a bandeja, pegando... um...dois...três pedaços e colocando dentro da imensa bolsa de camelô, para provavelmente se juntar a outras guloseimas lá escondidas. E olha que havia colegas que nem tinham comido ainda.

Para que pensar no próximo? Vivemos na era da vantagem. Tudo que cada um faz é em benefício próprio, jamais pensando na coletividade. É um salve-se quem puder, pois eu estou pulando do barco sem me importar com quem se afoga. Até quando a humanidade será assim?

Em 2007, tivemos alguns casos de fofoca na classe e, infelizmente, algumas pessoas foram prejudicadas, abandonando o curso. Ano passado, a coisa se repetiu e, finalmente, muitas máscaras caíram. Quem é bom, nasce bom e não há sociedade que corrompe, não adianta John Lock achar o contrário.

Tem gente que confunde boa educação e bons princípios com dinheiro e quem pensa assim, está totalmente equivocado. Há pessoas afortunadas de caráter, de dignidade e de bons princípios e sem um tostão sequer no bolso, enquanto outras pessoas com o bolso cheio vivem sem um pingo sequer de caráter. Tem pessoas que não medem esforços para chegar aos seus objetivos, passam por cima de outras, envolvem nomes de pessoas inocentes e muitas vezes até sabem das consequências que suas mentiras terão, mas pouco se importam se conseguirem aquilo que desejavam.

Sabe aquela história de berço, de sangue azul? Sangue azul é sim, algo que pertence aos nobres. E nobreza é ser do bem, é ser bom, é saber que caminhamos sempre em direção a algum lugar, e somos nós os responsáveis pela trilha que seguimos. Vamos seguir em frente de forma digna e refletir um pouco em respeito ao período sagrado cristão o qual estamos vivendo. Se Cristo doou sua vida por cada um de nós, que tal doarmos algo de bom que temos para nossos irmãos? Nossas vidas sempre será um reflexo das nossas atitudes. Pensem nisso!

10 comentários:

  1. Só o senhor cabeça de batatas para ser tão guloso!

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  2. Mano, puta menina comilona da porra, eca.

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  3. Virgi é dificil alguem ajudar o outro

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  4. Tudo prá denunsiar o roubo dos pedaços de bolo, eu aposto que a menina é gorduxa.

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  5. Panda, tadinho do ser comedor de bolos, quanta maldade!

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  6. Puta sacanagem com o texto, tá mó bem escrito e td mundo só pensa no gordinho roubador de bolos

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  7. EI, NAUM ENTENDI SE É GORDINHO OU GORDINHA ESFOMEADO-A

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  8. Tem cara de mina, machu naum fais essas coisa

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  9. aposto que na infância esse guloso tomava toda a coca-cola do copo quando via que a garrafa tava perto do fim...

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