domingo, 22 de março de 2009

Modéstia a parte

Toda família tem os inteligentes e os bonitos. Na minha, há ainda uma terceira turma, a que entende de computadores e parece que o gene da informática só existe na ala masculina, pois só meu irmão e meu primo são os membros dessa ala. Como meu irmão está na Irlanda e meu primo na Alemanha, sobraram os inteligentes para quebrar a cabeça, e aí, modestamente, entra minha parte.
Viver sem computador é uma possibilidade inexistente para mim, só que como já disse antes, sou mera operadora de coisas prontas. Como a informática avança diariamente, preciso quebrar minha cabeça para conseguir lidar com as novidades. Já fiz avanços, consigo instalar um programa, sei comprar softwares, baixar arquivos e até tenho um blog, que seria 100% de minha autoria, se não fosse o tal contador de visitas. Tive que contar com a ajuda do meu irmão e, pior que isso, tive que lhe enviar minha senha e login, tornando-me escrava dele para que o pilantra não use meus acessos para me sacanear. Eis que me surpreendo com mais de duzentas visitas em apenas uma semana e confesso que fiquei feliz.
Não fiz um blog com a intenção de ser lida ou comentada, mas é gostoso saber que as pessoas lêem nossos textos. Melhor ainda, é saber que não são apenas os amigos e familiares que o fazem, há também pessoas que nunca vimos em nossas vidas e estão lá, participando da nossa intimidade. Aliás, soube nesta semana que até as mães das minhas amigas lêem meus textos e me enviam carinhosamente suas mensagens.
Agradeço às mensagens que recebo no blog, no Orkut, por email, pessoalmente. Adoro quando me enviam sugestões ou temas para serem desenvolvidos e blogados. Gosto das piadas e tiradas relacionadas aos meus textos. Mas acima de tudo, adoro escrever e expor minhas opiniões e pontos de vista sobre alguns assuntos.

Tenho todas as sugestões de temas anotadas e espero, muito em breve, conseguir postar todos os pedidos.

Um abraço enorme para todos os meus leitores!

Um comentário:

  1. Ia até mandar a fatura pelos serviços prestados, mas, pô, deixa pra lá. Fica pelos famosos saquinhos que fizeram a alegria dos carteiros...

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