segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A hora do balanço



Quase me esqueci que tinha um blog e um compromisso comigo mesma: escrever, minha maior terapia. O excesso de compromissos nos leva a um estado de estresse mental e físico que passamos a viver dentro de um processo seletivo: selecionamos em todos os momentos o que fazer, o que deixar para amanhã, com quem furar, a quem socorrer. Nem sempre podemos usar o quesito prioridade, focado na emoção. Tem vezes que a razão é quem nos leva a certas escolhas. E assim vamos levando nossas vidas, o tempo vai passando e mais um ano acabando.

Quero agradecer aos inúmeros e-mails que tenho recebido já há alguns meses, em referência a este espacinho que registro minhas alegrias, tristezas, indignações, vitórias, conquistas, emoções. Muita gente reclamando que não consegue postar um comentário (até meu marido reclamou). Prometo responder a todas as mensagens aqui também postadas. Só quero poder agradecer de forma peculiar a cada um que esteve por aqui.
Tentarei, nestes últimos quinze dias do ano, fazer um balanço de 2008, com as coisas positivas, negativas, o que eu aprendi, o que eu errei, o que deixei para 2009, o que abortei para sempre.
Iniciarei então pela coisa mais positiva do ano: os nascimentos. Ano passado foi um ano marcado por muitos óbitos, até o último minuto de 2007. Na virada do ano, falei para o Milton que em 2008 tudo seria diferente e muitas vidas novas estariam ao nosso redor. Premonição ou não, quero agradecer ao Papai do Céu por todas as crianças que vieram alegrar nossas vidas. Pela ordem, Ana Laura (fevereiro), Júlia (maio), Murilo (julho), Guilherme (agosto), Thiago (setembro), Manuela (setembro), Gustavo, Mariana e Rubens (outubro), a bebê da virada, chegando em janeiro, como a maior surpresa do ano, nossa pequena Isabella e por último e tão importante quanto todos os outros, o bebê sem sexo que chegará em sete meses para alegrar tantos corações. Que os pequenos anjinhos iluminem os caminhos por onde passarem e se transformem em grandes seres de bem, pois é do que o mundo mais precisa.
Obrigada Senhor, pela saúde de todas as nossas crianças.

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